domingo, 17 de fevereiro de 2013
Eu quero sempre mais!
domingo, 27 de janeiro de 2013
Coração de luto
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
O extrato do Natal
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Ai de ti, subjetividade.
E assim se segue a tentativa de abandonar as cavernas quotidianas. Tal atitude de descoberta de uma nova amplitude, por sua vez, pode gerar conflitos entre (ex-)iguais, pois parece complexo conviver à escuridão de quem já recebera esclarecimento mas, por teimosia ou ingenuidade, prefere imobilizar-se pessoal e socialmente. É como bailar junto a alguém que deseje a fluência plena não obstante esteja com a perna quebrada: no mesmo salão, haverá giros em harmonia mais plausível e inflamável.
Só que, após minutos na cadeira, pode "aparecer" uma nova valsa estimulante - junto a uma nova melodia. Aí, recomeça-se a dançar em campo minado (ou não).
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Falta(rá) um brinde.
domingo, 22 de julho de 2012
Rumo à normalidade
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
UMA MODERNIDADE SEM PROIBIÇÕES
(Trecho retirado do livro Fé em Deus e pé na tábua ou como e por que o trânsito enlouquece no Brasil, do antropólogo Roberto DaMatta.)
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Versão em espanhol da história original de "Chapeuzinho vermelho".
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Um vírus ainda não catalogado
Comprovadamente, pois, o jeitinho brasileiro caracteriza-se como epidemia. A história do Brasil apresenta descrições claras da origem e do modo de propagação desse mal, mas, infelizmente, nem de longe indica uma solução para seu controle. Obviamente, nem todo brasileiro está contaminado; só que uma reversão, diante de quadro clínico tão instável, parece não mais ter possibilidades - ou, quem sabe, não faz mais sentido.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Um exercício literário meu: conto.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
A melhor banda: 11 de janeiro de 1985.
domingo, 24 de outubro de 2010
Osso duro de roer
Muitos brasileiros encenam uma democracia que permite tudo - menos a honestidade. É histórica a assertiva de que em terras tupiniquins se aceita a corrupção passivamente. Cada uma a seu modo, as legítimas impressões sociais são constantemente mal interpretadas. Como comprovação disso, leia-se "somente" sobre o resultado das últimas eleições, deixe-me ver..., no Paraná e em São Paulo: talvez, caiba em uma só mão o número de deputados honestos.
E que se exclua, do cenário político nacional, a maldita palavra "renovação". Renovar a máfia, a corrupção? Sejamos, conforme se configura TE2, menos justus (se me permitem o trocadilho): que haja, sim, uma revolução.
domingo, 26 de setembro de 2010
Comparação e adversidade
Improvisos provêm de árduo estudo. No jazz, músicos treinam bastantes escalas antes de, "no susto", criarem (maravilhosas) melodias. Assim, na comédia: improvisada na técnica tradicional, a piada se torna arte.
Rir mexe com sabe lá quantos músculos. Talvez, deixe mais bonita a pessoa. Quando dói a barriga: gargalhadas conseguiram recuperar o dia perdido. Momentos em que o sono não poderia ter aparecido: sorrisão de repente desperta até encarnações anteriores. Trata-se da magia do bom humor.
Sofri críticas por ser pedagogicamente lúdico. A beleza de um aprendizado sorridente, não obstante, supera os comentários insustentáveis. Sem argumentação, as broncas: na literatura, inúmeros casos de bons escritores dedicados ao humor. Por que, então, mudar a didática para um sistema carrancudo?
Não vejo graça em perder o cômico acaso - e abro um Verissimo. Piadinha inteligente sempre vai bem. E chato, sim, quem não admira humor "sagaz". Irrita interpretação negativa a brincadeiras com alguém público. Como se humorista precisasse de autorização, de licença.
Jazz e humor são, realmente, qualidades inquestionáveis. Naquele, com escalas perfeitas; neste, com assuntos de uma época. A população deveria atentar mais a ambos. Mas sentar em praças para uma zorra soa mais legendário. Fora - a inteligência de muita gente - jogada pela janela?
