(Trecho retirado do livro Fé em Deus e pé na tábua ou como e por que o trânsito enlouquece no Brasil, do antropólogo Roberto DaMatta.)
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
UMA MODERNIDADE SEM PROIBIÇÕES
(Trecho retirado do livro Fé em Deus e pé na tábua ou como e por que o trânsito enlouquece no Brasil, do antropólogo Roberto DaMatta.)
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Versão em espanhol da história original de "Chapeuzinho vermelho".
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Um vírus ainda não catalogado
Comprovadamente, pois, o jeitinho brasileiro caracteriza-se como epidemia. A história do Brasil apresenta descrições claras da origem e do modo de propagação desse mal, mas, infelizmente, nem de longe indica uma solução para seu controle. Obviamente, nem todo brasileiro está contaminado; só que uma reversão, diante de quadro clínico tão instável, parece não mais ter possibilidades - ou, quem sabe, não faz mais sentido.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Um exercício literário meu: conto.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
A melhor banda: 11 de janeiro de 1985.
domingo, 24 de outubro de 2010
Osso duro de roer
Muitos brasileiros encenam uma democracia que permite tudo - menos a honestidade. É histórica a assertiva de que em terras tupiniquins se aceita a corrupção passivamente. Cada uma a seu modo, as legítimas impressões sociais são constantemente mal interpretadas. Como comprovação disso, leia-se "somente" sobre o resultado das últimas eleições, deixe-me ver..., no Paraná e em São Paulo: talvez, caiba em uma só mão o número de deputados honestos.
E que se exclua, do cenário político nacional, a maldita palavra "renovação". Renovar a máfia, a corrupção? Sejamos, conforme se configura TE2, menos justus (se me permitem o trocadilho): que haja, sim, uma revolução.
domingo, 26 de setembro de 2010
Comparação e adversidade
Improvisos provêm de árduo estudo. No jazz, músicos treinam bastantes escalas antes de, "no susto", criarem (maravilhosas) melodias. Assim, na comédia: improvisada na técnica tradicional, a piada se torna arte.
Rir mexe com sabe lá quantos músculos. Talvez, deixe mais bonita a pessoa. Quando dói a barriga: gargalhadas conseguiram recuperar o dia perdido. Momentos em que o sono não poderia ter aparecido: sorrisão de repente desperta até encarnações anteriores. Trata-se da magia do bom humor.
Sofri críticas por ser pedagogicamente lúdico. A beleza de um aprendizado sorridente, não obstante, supera os comentários insustentáveis. Sem argumentação, as broncas: na literatura, inúmeros casos de bons escritores dedicados ao humor. Por que, então, mudar a didática para um sistema carrancudo?
Não vejo graça em perder o cômico acaso - e abro um Verissimo. Piadinha inteligente sempre vai bem. E chato, sim, quem não admira humor "sagaz". Irrita interpretação negativa a brincadeiras com alguém público. Como se humorista precisasse de autorização, de licença.
Jazz e humor são, realmente, qualidades inquestionáveis. Naquele, com escalas perfeitas; neste, com assuntos de uma época. A população deveria atentar mais a ambos. Mas sentar em praças para uma zorra soa mais legendário. Fora - a inteligência de muita gente - jogada pela janela?
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Além dos olhos
terça-feira, 20 de julho de 2010
Um péssimo hábito
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Finalmente, a Copa acabou
Sou apaixonado por futebol. Adoro Copa do Mundo e a história de cada edição. Associar o campeonato mundial da FIFA à história ou à política é uma das minhas distrações prediletas. Na biblioteca particular, há bastantes volumes acerca do torneio quadrienal.
Que explica o título? Quantidades de chatice que se leem na imprensa. Obviamente, não me importo quando o Seu Joaquim, da mercearia, palpita sobre escalação. Julgo abjeto aguentar Milton Neves e companhia enchendo o saco com repetições infundadas. Sob derrotas, cansativos "argumentos": não ficaram bases para a próxima Copa; o treinador é um burro; o novo técnico deve ser Luxemburgo...
Outra maçada: pseudocríticos de frases como "o brasileiro esquece os problemas" ou "a Copa no Brasil será para desvio de verbas". Espalham uma ilusória ideia de que Copa do Mundo significa alienação. Como se político não roubasse fora de evento esportivo. Como se ninguém percebesse o assalto ali na esquina.
Gosto bastante de bandeirinhas em janelas. Trata-se de torcida, não de (um historicamente impossível) patriotismo. A vuvuzela não é necessária, concordo; bandeirinhas, todavia, são bem-vindas! Elas refletem, às vezes, um sorrisinho criativo entre a Ordem e o Progresso.
Copa de 82 - uma das melhores histórias do meu pai. Naranjito, aqui em casa, na memória: o velho queimou os mascotes após a derrota da seleção do Telê. Ao meu futuro filho, contarei a primeira Copa da África; um Brasil campeão no Maracanã; colunistas famosos que ditam besteiras.
Finalmente, sim, a Copa acabou. Que "jornalistas" esportivos nos deixem em paz. Que torcedor, então, conte suas histórias sobre futebol. Assim, haverá apenas reclamações sobre arbitragem e laranjas.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Futebol é o melhor esporte. Derby do meu time: irrito-me, se perdedor; abraços e cerveja, se vitorioso. Ah, fico indignado com quem não gosta do Inter.Um técnico à longa distância. Gosto de narrar xingar dar ordens substituir xingar de novo comemorar. Altero o esquema tático do time e, quando os jogadores me obedecem, a classificação vem fácil. Nem que seja aos 43 do segundo tempo.
Quando os rivais perdem, meu time é campeão do mundo de novo. Todo recurso vale contra o inimigo. Birra de criança: se o título não é meu, não pode ser dele(s).
Assisti a um vídeo no youtube. Tributo, homenagem. Uma lágrima fugiu quando repercebi o tamanho da nação colorada. Gol; gritos da torcida; gol; diretoria revoltada; gol; garra dos jogadores. Vivas à "seriedade lúdica" de um título.
E vivas ao colorado campeão de tudo. Enquanto nenhuma outra equipe conseguir essa marca, não ocorrerão discussões. Meu coração será sempre vermelho - na verdade, qual coração não é assim?
